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sábado, abril 30, 2011


 ORAÇÃO - Ao Beato João Paulo II

Ó Deus, rico de misericórdia, 
que escolhestes o beato João Paulo II 
para governar a Vossa Igreja como papa, 
concedei-nos que, instruídos pelos seus ensinamentos, 
possamos abrir confiadamente os nossos corações 
à graça salvífica de Cristo, único Redentor do homem. 
Ele que convosco vive e reina, 
na unidade do Espírito Santo, 
por todos os séculos dos séculos. Amém
manifesto italiano

quinta-feira, abril 28, 2011

Sacerdote para eternidade - I Parte



Há dias, ao celebrar a Santa Missa, detive-me um breve momento para considerar as palavras
de um salmo que a liturgia punha na antífona da Comunhão: O Senhor é o meu pastor, nada
me poderá faltar. Esta invocação trouxe-me à memória os versículos de outro salmo, que se
recitava na cerimónia da Primeira Tonsura: o Senhor é a parte da minha herança. O próprio
Cristo põe-se nas mãos dos sacerdotes, que se fazem assim dispensadores dos mistérios -
das maravilhas – do Senhor. No próximo Verão receberá as Sagradas Ordens meia centena de
membros do Opus Dei. Desde 1944 sucedem-se, como uma realidade de graça e de serviço à
Igreja, estas ordenações sacerdotais de alguns membros da Obra. Apesar disso, todos os anos
há gente que se espanta. Como é possível, interrogam-se, que trinta, quarenta, cinquenta
homens, com uma vida cheia de afirmações e de promessas, estejam dispostos a ser
sacerdotes? Queria expor hoje algumas considerações, mesmo correndo o risco de aumentar
nessas pessoas os motivos de perplexidade.

Porquê ser Sacerdote?

O santo sacramento da Ordem Sacerdotal será ministrado a este grupo de membros da Obra,
que contam com uma valiosa experiência – talvez de muito tempo – como médicos, advogados, engenheiros, arquitetos ou de outras diversíssimas atividades profissionais. São homens que, como fruto ,do seu trabalho, estariam capacitados para aspirar Ia postos mais ou menos relevantes na sua esfera social.

Vão ordenar-se para servir. Não para mandar, não para brilhar, mas para se entregarem, num
silêncio incessante e divino ao serviço de todas as almas. Quando forem sacerdotes não se
deixarão arrastar pela tentação de imitar as ocupações e o trabalho ,dos leigos, mesmo que se
trate de tarefas que conheçam bem por as terem realizado até agora, o que lhes conferiu uma
mentalidade laical que não perderão nunca.

A sua competência nos diversos ramos do saber humano – da história, das ciências naturais,
da psicologia, do direito, da sociologia -, embora faça parte necessariamente dessa mentalidade laical, não os levará a quererem apresentar-se como sacerdotes-psicólogos,
sacerdotes-biólogos ou sacerdotes-sociólogos. Receberam o sacramento da Ordem para
serem, nem mais nem menos, sacerdotes-sacerdotes, sacerdotes cem por cento.

É provável que sobre muitos assuntos temporais e humanos, entendam mais do que muitos
leigos. Mas, desde que são sacerdotes, calam com alegria essa competência para continuarem
a fortalecer-se espiritualmente através da oração constante, para falarem só de Deus, para
pregarem o Evangelho e administrarem os sacramentos. Este é, se assim se pode dizer, o seu
novo trabalho profissional, ao qual dedicam todas as horas do dia, que sempre serão poucas,
porque é preciso estudar constantemente a ciência de Deus, orientar espiritualmente tantas
almas, ouvir muitas confissões, pregar incansavelmente e rezar muito, muito, com o coração
sempre posto no Sacrário, onde está realmente presente Aquele que nos escolheu para
sermos seus, numa maravilhosa entrega cheia de alegria, inclusivamente no meio de
contrariedades, que a nenhuma criatura faltam.

Todas estas considerações podem aumentar, como vos dizia, os motivos de admiração. Alguns
continuarão talvez a perguntar a si mesmos: mas porquê esta renúncia a tantas coisas boas e
nobres da terra, a uma profissão mais ou menos brilhante, a influir cristãmente, com o exemplo, no âmbito da cultura profana, do ensino, da economia, ou de qualquer outra atividade social?

Outros ficarão admirados lembrando-se de que hoje, em não poucos sítios, grassa uma
desorientação notável sobre a figura do sacerdote; apregoa-se que é preciso procurar a sua
identidade e põe-se em dúvida o significado que, nas circunstâncias atuais, possa ter a
entrega a Deus no sacerdócio. Finalmente, também poderá surpreender alguns que, numa
época em que escasseiam as vocações sacerdotais, estas surjam entre cristãos que já tinham
resolvido – graças a um trabalho pessoal exigente – os problemas de colocação e trabalho no
mundo.

video

sábado, abril 23, 2011

Homilia: Vigília Pascal 

Esta é a noite!

Essa noite santa não está feita para se dormir! Os filhos de Deus estão convidados a velar, a permanecer em oração esperando a vinda do seu Senhor ressuscitado. Seja essa primeira observação uma exortação. Não aconteça que tenhamos trabalhado em vão durante os dias que precederam a Ressurreição do Senhor. Como dizia S. Bernardo de Claraval: “os amantes do mundo e inimigos da cruz de Cristo, de quem receberam em vão o nome e chamam-se cristãos, desejam durante todo o tempo da Quaresma que cheguem os dias da ressurreição. Ai deles! Desejam entregar-se mais livremente aos próprios deleites. Uma matéria tão triste escurece a alegria desta solenidade. Choramos com a injúria que se faz a essa solenidade, e nem podemos dissimulá-la (…). Que dor! A ressurreição do Senhor transformado em tempo de pecar, para voltar a cair. Voltam às glutonerias e bebedeiras, aos segredos ilícitos, às fornicações e impurezas, e dão rendas soltas às paixões. Jesus não ressuscitou para isso, mas para a nossa justificação”.
Renovados em Cristo, não podemos mais dormir pelo sopor dos vícios e dos pecados, mas continuar lutando para que a luz que levamos hoje em nossas mãos seja, verdadeiramente, símbolo da luz que levamos nos nossos corações, Cristo. O belíssimo canto do “exsultet” que escutamos nesta noite canta a vitória de Cristo e a nossa vitória nele.
O texto litúrgico do “exsultet” começa com um convite à exultação, não a uma simples alegria, mas aos transportes de gozo e de felicidade expressados com essa palavra: exultação. Anjos e homens, toda a criação se junta para cantar os louvores do Rei eterno. Depois vai narrando acontecimentos da história sagrada: recordam-se vários eventos salvadores do Antigo Testamento relacionados com Adão e com Moisés enquanto figuras de Cristo que viria para salvar-nos. “Esta é a noite”, a expressão aparece frequentemente: noite da liberação, da coluna de fogo protetora, da graça e da restituição, da vitória de Cristo, do gozo e da alegria, do sacrifício da Igreja, da glória de Deus, da felicidade, da união do céu com a terra e do divino com o humano. Esta é a noite! Como essa noite não há nenhuma no ano.
Nessa noite nós não temos nenhuma pressa. Estamos na Igreja com os nossos irmãos, reunidos para escutar a Palavra de Deus desde a criação do mundo até a nova criação que é a ressurreição de Jesus. Nós também fomos re-criados pela graça de Deus em virtude dos mistérios da paixão, morte e glorificação de Cristo. Não queremos dormir! Agora não! Celebraremos os louvores de Jesus ressuscitado.
Depois de tantas noites… de farras, de bebedeiras, de sair com os amigos, de curtir a vida (como se diz), de agitar, de inquietar-se, de trabalhos e de lágrimas. Depois de tantas noites, Deus nos pede esta noite para que estejamos com ele. Depois da Vigília Pascoal, ou seja, depois de escutar que Cristo já ressuscitou iremos às nossas casas e dormiremos. Mais, mesmo dormindo, o nosso coração continuará em vela (cfr. Ct. 5,2).
Os dias passam, vamos crescendo em idade e nos perguntamos o que foi que nós já fizemos de grande nessa vida. Talvez não encontraremos nada de especial. No entanto, nunca é tarde para recomeçar, nunca é tarde para tentar de novo fazer algo útil na vida, nunca é tarde para quem deseja começar a andar pelos caminhos do verdadeiro amor. Algo grande? Sim. Trata-se de realizar com grandeza de espírito as coisas mais pequenas do dia-a-dia, refiro-me ao heroísmo do cotidiano e das coisas mais correntes do nosso existir.
Não! A Ressurreição de Jesus não pode ficar a dois mil anos da história, da nossa história. Ou ressuscitamos com Jesus ou essas festas não terão tido o fruto que Deus pedia de nós. A partir de hoje teremos 50 dias de festa, que é um só dia. Caso ainda não tenhamos pensado as coisas segundo o Coração de Deus, tarefa para toda a vida, ainda podemos começar… nunca é tarde! Cristo ressuscitou e nos espera de braços abertos. Ele nos levará ao encontro do Pai.
Pe. Françoá Costa

quinta-feira, abril 14, 2011

A importância da Oração    
   
Repleta de significado a assertiva de Carlos de Foucauld: “Se rezamos mal, ou se não rezamos bastante, somos responsáveis por todo o bem que poderíamos ter feito e que não fizemos”. O cristão deve se tornar uma verdadeira e viva oração, pois esta não se resume nas preces feitas, mas deve envolver todos os gestos e ações. São Paulo foi claro: “Quer comais, quer bebais, fazei tudo para honra e glória de Deus” (1 Cor 10,31).
É preciso realizar todas as tarefas em espírito de oração. Deste modo, a oração cristã se estende pelo universo todo numa sinfonia coletiva para o louvor ao Ser Supremo. Trata-se da globalização da oração. O que se esquece muitas vezes é que a prece individual é uma parcela do todo eclesial. Membros do Corpo Místico de Cristo é em Jesus, por Jesus, com Jesus que o batizado ora, unido assim a toda a Igreja orante. Cristo é a Oração substancial e nele as preces de cada um têm um valor maravilhoso. Todo epígono do Redentor precisa ser um profissional da oração. Cumpre orar pelas próprias necessidades em união com os que rezam, orando em nome de todos que não rezam! Jesus afirmou: “Sem mim nada podeis fazer” (Jo 15,5). Por isto, como dizia Santo Agostinho, somos os mendigos de Deus. Por outro lado há inúmeros que não sabem quão suave e benéfico é orar e não levantam os olhos para o Onipotente. Falta-lhes o oxigênio espiritual e por isto jazem mortos nos vícios.
Por tudo isto a oração de quem reza deve ser um olhar para a complacência divina. Então as orações não se transformam num nevoeiro de uma recitação fastidiosa. Deixar que o olhar de Jesus penetre as profundezas do ser e acatar o que ele vai pedir seja corrigido e o fazer imediatamente. O fervor do desejo de agradar a Deus é o cerne da prece bem feita. Santa Ângela de Foligno ensinava: “Nossas orações devem ser clamores interiores, violentos, potentes, repetidos que arrancam à força as graças das entranhas do Pai Celeste”. Além disto orar não é apenas pedir, invocar auxílio, é contemplar. Contemplar é vir a ser um outro Cristo, pois a prece verdadeira é transformante. Disto tudo resulta também a espontaneidade com que, nas preces individuais, se deve dirigir a Deus. O próprio Espírito Santo inspira o modo certo de se falar com o Onipotente. Além disto, nunca se insiste demais de que a oração não pode ser um ato apressado, corrido, desatento, dado que é uma homenagem e não um insulto. Para isto se faz indispensável o Dom da Sabedoria que leva a degustar a união com Aquele “no qual existimos, nos movemos e somos” (Atos 17,28). Deste modo, a oração fica impregnada de franqueza e toda insinceridade é alijada, uma vez que o formalismo e toda e qualquer artificialidade são banidos.
É de bom alvitre que o cristão tenha seu horário especial para orar: pela manhã, consagrando o novo dia ao Senhor; nos momentos de folga do trabalho, no decorrer das horas e à noite, visando agradecer tudo que se recebeu em mais uma jornada nesta terra. Ao estar sempre na presença de Deus o fiel transforma todos os seus atos em preces, mesmo porque em qualquer circunstância cada um está sempre a serviço do próximo, que é o próprio Jesus (Mt 25,45). Aliás, o Apóstolo Paulo ensinava que a piedade é “útil para tudo tendo a promessa da vida presente e da futura” (1 Tm 4, 8). Nunca a oração feita com devoção fica sem resposta. No momento oportuno Deus atenderá a quem reza com insistência e, muitas vezes, a melhor resposta divina é a fortaleza interior para se suportar com paciência as turbulências da existência terrena. Com propriedade se exprimiu Carlyle: “Ninguém fará algo no mundo visível se não pedir conselho ao Invisível”. Nada engrandece mais o ser racional do que cumprir esta sua missão cultual no mundo, mesmo porque, como ensinou Bossuet, “o homem está colocado à frente da natureza visível para ser o adorador na Natureza invisível”. 

Escrito por Côn. José Geraldo Vidigal

A VERDADEIRA SIMPLICIDADE E GRANDEZA DA SANTIDADE


Receita do Papa para ser santo: Eucaristia, oração, caridade

O Papa Bento XVI disse hoje, diante dos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a audiência geral, que a santidade é algo simples e acessível a todos: viver a vida cristã.
Concretamente, ele salientou que o essencial é ir à Missa aos domingos, rezar todos os dias e tentar viver de acordo com a vontade de Deus, isto é, amando os outros.
O Santo Padre quis dedicar o encontro de hoje a refletir sobre a realidade da santidade, encerrando assim um ciclo sobre histórias de santos, que começou há dois anos e no qual percorreu as biografias de teólogos, escritores, fundadores e doutores da Igreja.
Em sua meditação, o Pontífice sublinhou que a santidade não é algo que o homem pode alcançar pelas suas forças, mas que vem pela graça de Deus.
"Uma vida santa não é primariamente o resultado dos nossos esforços, das nossas ações, porque é Deus, três vezes Santo (cf. Is 6, 3), que nos torna santos, e a ação do Espírito Santo, que nos anima a partir do nosso inteiro, é a própria vida de Cristo Ressuscitado, que se comunicou a nós e que nos transforma", explicou.
A santidade, afirmou, "tem sua raiz principal da graça batismal, no ser introduzidos no mistério pascal de Cristo, com o qual Ele nos dá seu Espírito, sua vida de Ressuscitado".
No entanto, acrescentou, Deus "sempre respeita a nossa liberdade e pede que aceitemos este dom e vivamos as exigências que ele comporta; pede que nos deixemos transformar pela ação do Espírito Santo, conformando a nossa vontade com a vontade de Deus".
Partindo da premissa de que o amor de Deus já nos foi dado pelo Batismo, agora se trata, segundo Bento XVI, de "fazê-lo frutificar".
"Para que a caridade, como uma boa semente, cresça na alma e nos frutifique, todo fiel deve ouvir a Palavra de Deus voluntariamente e, com a ajuda da sua graça, realizar as obras de sua vontade, participar frequentemente dos sacramentos, especialmente da Eucaristia e da liturgia sagrada, aproximar-se constantemente da oração, da abnegação, do serviço ativo aos irmãos e do exercício de todas as virtudes", explicou.
Longe da linguagem solene, o Papa propôs "ir ao essencial", resumindo a santidade em três pontos: o primeiro "é não deixar jamais um domingo sem um encontro com Cristo Ressuscitado na Eucaristia; isso não é um fardo, mas a luz para toda a semana".
O segundo é "não começar nem terminar jamais um dia sem pelo menos um breve contato com Deus".
E o terceiro, "no caminho da nossa vida, seguir os "sinais do caminho" que Deus nos comunicou no Decálogo lido com Cristo, que é simplesmente a definição da caridade em determinadas situações".
"Penso que esta é a verdadeira simplicidade e grandeza da vida de santidade: o encontro com o Ressuscitado no domingo; o contato com Deus no começo e no final do dia; seguir, nas decisões, os ‘sinais do caminho' que Deus nos comunicou, que são apenas formas da caridade."
"Daí que a caridade para com Deus e para com o próximo sejam o sinal distintivo de um verdadeiro discípulo de Cristo. Esta é a verdadeira simplicidade, grandeza e profundidade da vida cristã, do ser santos", acrescentou.
"Quão grande, bela e também simples é a vocação cristã vista a partir desta luz! - exclamou o Papa. Todos nós somos chamados à santidade: é a própria medida da vida cristã."
"Eu gostaria de convidar todos vós a abrir-vos à ação do Espírito Santo, que transforma as nossas vidas, para ser, também nós, como peças do grande mosaico de santidade que Deus vai criando na história, de modo que o rosto de Cristo brilhe na plenitude do seu fulgor."
Por isso, exortou, "não tenhamos medo de dirigir o olhar para o alto, em direção às alturas de Deus; não tenhamos medo de que Deus nos peça muito, mas deixemo-nos guiar, em todas as atividades da vida diária, pela sua Palavra, ainda que nos sintamos pobres, inadequados, pecadores: será Ele quem nos transformará segundo o seu amor".
Os santos, afirmou o Papa, "nos dizem que percorrer esse caminho é possível para todos. Em todas as épocas da história da Igreja, em todas as latitudes da geografia no mundo, os santos pertencem a todas as idades e condições de vida, são rostos verdadeiros de todos os povos, línguas e nações".
Em sua opinião, "muitos santos, nem todos, são verdadeiras estrelas no firmamento da história", e não só "os grandes santos que eu amo e conheço bem", mas também "os santos simples, ou seja, as pessoas boas que vejo na minha vida, que nunca serão canonizadas".
"São pessoas normais, por assim dizer, sem um heroísmo visível, mas, na sua bondade de cada dia, vejo a verdade da fé. Essa bondade, que amadureceram na fé da Igreja, é a apologia segura do cristianismo e o sinal de onde está a verdade", concluiu.
Fonte: Zenit

sexta-feira, abril 08, 2011

REZEMOS POR TODAS ESTAS VÍTIMAS E PELOS QUE ESTÃO FERIDOS.

DEUS É MAIS EM TUDO

Lista de vítimas do tiroteiro em escola de Realengo, no Rio de Janeiro


12 crianças morreram em ataque na manhã desta quinta-feira, 7 de Abril.
Atirador se matou após ser alvejado por policial em escola da Zona Oeste.
A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio informou que 12 crianças, 10 meninas e 2 meninos, morreram no ataque à escola em Realengo, na Zona Oeste do Rio, na quinta-feira (7). Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, atirou contra alunos em salas de aula, foi atingido por um policial e se suicidou. Abaixo, saiba mais sobre as vítimas do atirador:

Luiza Paula da Silveira, 14 anos

Karine Chagas de Oliveira, 14 
 
Larissa dos Santos Atanázio, 13

Rafael Pereira da Silva, 14

Samira Pires Ribeiro, 13

Mariana Rocha de Souza, 12

Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos

Bianca Rocha Tavares, 13 anos

Géssica Guedes Pereira (aguardando documento)

Igor Moraes da Silva, 13 anos

Laryssa Silva Martins, 13 anos

Milena dos Santos Nascimento, 14 anos

sábado, abril 02, 2011

Intenção Geral
 











UM EVANGELHO CREDÍVEL

Para que, através do anúncio credível do Evangelho, a Igreja saiba oferecer sempre, às novas gerações, renovadas razões de vida e esperança

Situação actual

Não há dúvida que vivemos num tempo confuso e de profunda crise também no seio da Igreja. Crescem no mundo a intolerância e as incertezas, a injustiça, as guerras, a violência, a pobreza, a fome. A cultura ocidental dominante está marcada pelo secularismo e o materialismo, que parecem não necessitar de Deus. Mas também, e talvez por isso mesmo, somos testemunhas de um tempo de intensa busca espiritual, por parte de muitos dos nossos contemporâneos. Há um renascer da espiritualidade e do desejo de Deus, mas tantas vezes buscado no lugar errado.

Os progressos da ciência e a abundância das coisas materiais não conseguem responder à pergunta pelo sentido da vida e às necessidades mais prementes do coração humano. Hoje em dia entram no «mercado» múltiplas ofertas religiosas que pretendem oferecer respostas ao vazio existencial de quem não quer um mundo sem Deus.

Oferecer o Evangelho, sobretudo às novas gerações, de modo credível e significativo, é um desafio permanente e sempre apaixonante para a Igreja.

Necessidade da esperança

Todos nos damos conta da necessidade de esperança, não de qualquer esperança mas de uma esperança firme e credível. Em particular, a juventude é tempo de esperanças, porque olha para o futuro com muitas expectativas. Quando se é jovem alimentam-se ideais, sonhos e projectos; a juventude é o tempo em que amadurecem opções decisivas para o resto da vida.

Mas a crise de esperança é também mais forte nas jovens gerações que, em contextos sócio-culturais em que faltam certezas, valores e pontos de referência sólidos, têm que afrontar dificuldades que parecem superiores às suas forças. Por isso, para muitos a única saída que se apresenta possível é a fuga alienante para comportamentos perigosos e violentos, para a dependência da droga e do álcool e outras formas de falsa solução. Apesar de muitos jovens se encontrarem em situações penosas, não se apaga neles o desejo do verdadeiro amor e da autêntica felicidade.

E por isso nunca deixam de aflorar as perguntas de fundo, tais como: Porque estou no mundo? Que sentido tem viver? Que será da minha vida? Como alcançar a felicidade? Porquê o sofrimento, a doença e a morte?

Perguntas que são angustiantes quando os jovens têm que enfrentar obstáculos que às vezes parecem insuperáveis: dificuldades para estudar, falta de trabalho, incompreensões da família, crise nas relações de amizade e na construção de um projecto de casamento, doenças ou incapacidades, carência de recursos adequados por causa da actual e generalizada crise económica e social.

Em busca da verdadeira esperança

A experiência mostra que as qualidades pessoais e os bens materiais não são suficientes para assegurar aquela esperança que a alma humana busca constantemente. Como escreveu o actual Papa na encíclica Spe salvi, a política, a ciência, a técnica, a economia e qualquer outro recurso material, por si sós não são suficientes para oferecer a grande esperança a que todos aspiramos. Esta esperança «só pode ser Deus que abraça o universo e que nos pode propor e dar aquilo que só por nós não podemos alcançar» (n. 31).

Para S. Paulo, a esperança não é só um ideal ou sentimento, mas uma pessoa viva: Jesus Cristo, o Filho de Deus. Impregnado profundamente por esta certeza, poderá dizer a Timóteo: «Pusemos a nossa esperança no Deus vivo» (1 Tm 4, 10). O «Deus vivo» é Cristo ressuscitado e presente no mundo. Ele é a verdadeira esperança: Cristo que vive connosco e em nós, e nos chama a participar da sua mesma vida eterna. Se não estamos sós, se Ele está connosco, se Ele é o nosso presente e o nosso futuro, porque temer? A esperança do cristão consiste, portanto, «em aspirar ao reino dos Céus e à vida eterna como nossa felicidade, pondo a nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos não nas nossas forças, mas nos auxílios da graça do Espírito Santo» (Catecismo da Igreja Católica, 1817).

Olhando o futuro

Vivemos um momento histórico que constitui uma oportunidade para a Igreja e para o Apostolado da Oração. Queremos aproveitar a nossa rica tradição espiritual, os Padres da Igreja, os Padres do deserto, os místicos de todos os tempos para dar uma resposta aos nossos contemporâneos. Existe a necessidade de Deus e nós encontrámos o tesouro escondido.

Queremos e devemos anunciá-lo, em primeiro lugar a partir do nosso testemunho, dizendo aos outros aquilo que nós descobrimos. Como afirmou João Paulo II: «Hoje as pessoas acreditam mais em testemunhas que em professores… na vida e nos factos que em teorias».

Intenção Missionária

LEVAR CRISTO ÀQUELES QUE O NÃO CONHECEM

Para que, através da proclamação do Evangelho e do testemunho da sua vida, os missionários levem Cristo a todos os que ainda não O conhecem.

«As nações caminharão à sua luz» (Ap 21, 24). O objectivo da missão da Igreja é iluminar com a luz do Evangelho a todos os povos no seu caminho histórico para Deus, para que tenham a sua realização plena e o seu cumprimento. Devemos sentir a ânsia e a paixão para iluminar todos os povos com a luz de Cristo, que brilha no rosto da Igreja, para que todos se reúnam na única família humana, sob a paternidade amorosa de Deus. É nesta perspectiva que os discípulos de Cristo, dispersos por todo o mundo, trabalham e se esforçam sob o peso dos sofrimentos, e entregam a sua vida.

A Igreja universal, sem confins nem fronteiras, sente-se responsável pelo anúncio do Evangelho a todos os povos. Ela, gérmen de esperança por vocação, deve continuar o serviço de Cristo no mundo. A Igreja é portadora da salvação que se actua no Reino de Deus. Este Reino, plenitude escatológica que não é deste mundo (cf. Jo 18, 36), é também deste mundo, e na sua história força de justiça, de verdadeira liberdade e respeito pela dignidade de cada homem.

A Igreja procura transformar o mundo por meio da proclamação do Evangelho do amor, «que ilumina constantemente um mundo obscuro e nos dá força para viver e actuar… e assim levar a luz de Deus ao mundo» (Deus caritas est, 39).

Não podemos nunca esquecer que a proclamação do Evangelho e o testemunho de vida andam juntos. Lucas, no seu Evangelho, apresenta a Jesus Cristo ressuscitado dizendo que a sua paixão, ressurreição e a conversão para o perdão dos pecados serão anunciados a todas as nações e que os discípulos são testemunhas de todas estas coisas. Também nos Actos dos Apóstolos lhes anuncia que eles seriam suas testemunhas até aos confins da terra. Está claro que os discípulos são chamados a ser testemunhas da sua mensagem, da Boa Notícia da Salvação e da sua Pessoa, mostrando a Jesus nas suas vidas.