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domingo, outubro 17, 2010

Católicos celebram em São Pedro canonização de seis novos santos.


Entre eles a primeira australiana e uma espanhola

CIDADE DO VATICANO, domingo 17 de outubro de 2010 – Uma festa de fé e universalidade da Igreja foi vivida na manhã deste domingo com a canonização de seis novos santos provenientes da Itália, Espanha, Polônia, Canadá e Austrália.

Os fiéis balançavam as bandeiras dos respectivos países e se preparavam desde horas antes que começasse a cerimônia, lendo as biografias que se encontravam em diversos idiomas, no livro que serviu de guia para a celebração.

O Papa Bento XVI entrou às 10h no papamóvel para saudar e ver de perto os peregrinos. Em seguida, Dom Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, leu uma breve biografia de cada um e solicitou ao pontífice a canonização dos beatos.

Depois, os postuladores chegaram com as relíquias, para colocá-las no altar, e o Papa apresentou oficialmente a fórmula de canonização.

A primeira leitura realizou-se em inglês. O salmo foi cantado em espanhol. A segunda leitura se fez em francês, como símbolo da universalidade da Igreja e dos diferentes lugares de procedência dos santos. Na apresentação das ofertas, participaram algumas pessoas que receberam o milagre sob intercessão dos novos santos.

Na missa estavam presente alguns bispos e sacerdotes que participam da assembleia do Sínodo dos Bispos para ao Oriente Médio.

Três fundadoras

Ao encerrar a cerimônia, ZENIT entrevistou na praça de São Pedro vários fiéis que participaram da canonização, movidos pela devoção particular a um desses seis novos santos.

Entre os fiéis estava Antonio Grau, proveniente de Murcia (Espanha), que veio com um grupo de 67 pessoas para a canonização de Cândida Maria de Jesús (1845 – 1912), fundadora da comunidade das Filhas de Jesus.

Antonio expressou “um agradecimento a Deus por nos ter permitido vir e poder participar ao vivo para ver como a fazem santa”.

Também foi canonizada a primeira australiana, Santa Mary MaKillop (1842 – 1909), fundadora das Irmãs de São José do Sagrado Coração, mais conhecidas como irmãs josefinas.

Na cerimônia participou o padre Pierre E. Koury, que viajou com um grupo de peregrinos da paróquia Nossa Senhora do Líbano, de imigrantes libaneses na Austrália.

“Todos esperávamos este momento. Foi um belo momento”, disse o sacerdote. A seu grupo, uniram-se alguns cristãos ortodoxos.

Foi canonizada ainda a Santa Guglia Salzano (1846 – 1929), nascida em Nápoles. Fundadora das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração.

ZENIT falou com um casal de catequistas napolitanos, Sandra e Rosário. “Nossos filhos frequentaram as escolas católicas do Sagrado Coração e permaneceu em nosso coração essa pertença à comunidade fundada pela nova santa”, disse Sandra.

Um sacerdote e um irmão porteiro

Centenas de peregrinos viajaram do Canadá para celebrar a canonização do primeiro homem nascido nessas terras: Santo André Bessette (1845 – 1937), pertencente aos irmãos da Santa Cruz, de Montreal.

Para George Cifa, que viajou a Roma com um grupo de 40 pessoas, é edificante “sua humildade”, porque ele “alcançou a santidade sendo um simples porteiro, mas fazendo tudo com o amor do Senhor”.

Por sua parte, Ewa Zaolluzna viajou da Polônia para a canonização de Stanisław Sołtys (1433 – 1489), o santo mais antigo deste grupo.

“Esta experiência me ajudará a aprofundar minha fé”, disse Ewa, que viajou 24 horas de ônibus com um grupo de 49 pessoas.

De princesa a religiosa contemplativa

Em um dos 50 ônibus que chegaram da arquidiocese de Camerino, no centro da Itália, estava o padre Vincenzo. Ele veio para participar da canonização de Camilla Battista Varano, que passou de ser uma princesa da corte de Varano para ser religiosa da ordem das Clarissas (1458 – 1524)

“Para nós foi um ato grandioso, porque desde 1939 não tínhamos uma canonização em nossa diocese”, disse o sacerdote.

Padre Vincenzo considera que a experiência de universalidade vivida na praça de São Pedro se pode resumir em uma frase: “ a santidade deve ser a condição normal do bom cristão”.

Diác. Agnaldo Bueno / Fonte: Zenit

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