SEJAM MUITO BEM VINDOS.

SOMOS TODOS FILHOS DE DEUS, NOSSO IDEAL MAIOR É A SANTIDADE, BUSCAMOS NA SIMPLICIDADE CORRESPONDER AO CHAMADO DE JESUS AMOR INFINITO, REZANDO E SANTIFICANDO PELOS SACERDOTES. FAÇA PARTE VOCÊ TAMBÉM DESTE MOVIMENTO, AO QUAL ESTAMOS SEMPRE DE BRAÇOS ABERTOS PARA VOS ACOLHER.

SINTA-SE EM CASA, DEIXE SEU RECADO, SUA OPINIÃO, E UNIDOS ESTAREMOS PELA ORAÇÃO.

SEJAMOS SEMPRE UM PELO OUTRO. PARA QUE SEJAMOS UM...PARA SEMPRE!
Veja, leia e comente...

Obrigado a todos os amigos e amigas de Portugal que a cada dia nos visita... deixe seu recado e suas sugestões. Deus é amor

Thanks to all the friends of the United States every day for the visit ... leave your messageand your suggestions. God is love

A bhuíochas leis na cairde na hÉireann a thugann cuairt orainn gach lá ... do theachtaireacht a fhágáil agus do mholtaí. Is grá é Dia

Gracias a todos los amigos de España que nos visitan cada día ... deje su mensaje y sus sugerencias. Dios es amor

Merci à tous les amis de la France pour nous rendre visite chaque jour ... laissez votre message et vos suggestions. Dieu est amour

Grazie a tutti gli amici di Italia che ci visitano ogni giorno ... lasciare il vostro messaggio evostri suggerimenti. Dio è amore

SEJA MEMBRO DESTE BLOG E AJUDE-NOS A DIVULGAR O AMOR INFINITO DE JESUS

terça-feira, setembro 22, 2009

Assim nos fala a Madre:

A medida da felicidade no Céu é a medida da nossa pureza! Deixar que Deus me purifique! (26 de setembro de 1895)

«Após a comunhão eu rezava pela salvação duma alma. Nosso Senhor me fez ver, como me parece, que muitas almas eram salvas, e que encontraram no Céu a paz e o repouso, elas porém só imperfeitamente se regozijavam na visão de Deus; isto é, o viam dum jeito mais fraco e menos luminoso; a íntima união da alma com Deus, os divinos arrebatamentos do amor e as inefáveis delícias da possessão de Deus estavam sendo concedidas na medida da pureza, do amor e dos desejos que a alma teve na terra!
Por isso é preciso se esforçar no crescimento do conhecimento de Deus; não do conhecimento especulativo e somente teórico, mas no conhecimento afetivo e prático, pois o conhecimento de Deus produz o amor, o amor excita o desejo, e o desejo e o amor operam a pureza. Mais a alma terá amado a Deus, mais terá desejado possuí-Io, mais ela se terá purificado, mais ainda se regozijará dos bens que estão n'Ele!
Será então como um retomo da alma no seu princípio, uma assimilação da alma por parte da Divindade de onde a mesma alma procede: o que provocará de um e de outro lado incompreensíveis delícias.
Esta visão me deu um ardente desejo de aumentar em mim este pequeno amor que eu tenho para meu Deus, mas eu sinto que Ele me quer mais passiva do que ativa no amor; mais livre em receber, do que ativa em doar, tanto mais que o que eu poderia dar seria um nada e não poderá satisfazer a Deus, enquanto Ele põe sua alegria em derramar nas almas o que nele abunda.
Amar a Deus, que doçura! Deixar-se amar por Ele é às vezes áspero à natureza, mas Deus tem maior prazer em amar do que em ser amado. É preciso dar esta alegria a Deus de deixar-se amar por Ele e de estar imóvel nos seus braços, prontos a receber tudo, a fazer tudo, a sofrer tudo!»
Diário Intimo n° 15, pag 32 e 33

terça-feira, setembro 08, 2009


Palavra de Vida (Chiara Lubich – Setembro de 2009)


Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo.”(Mt 6,33)


O Evangelho todo é uma revolução. Nenhuma palavra de Cristo se assemelha às palavras dos homens.
A primeira preocupação do ser humano, em geral, é buscar ansiosamente aquilo de que precisa para dar segurança à própria existência. Talvez isso aconteça também com você.
Pois bem, Jesus coloca você diante do Seu modo de ver a realidade e lhe propõe o Seu modo característico de agir. Ele pede um comportamento que difere totalmente do usual e que não deve ser adotado apenas uma vez, mas sempre. É o seguinte: procurar primeiro o Reino de Deus.
No momento em que você orientar todo o seu próprio ser para Deus e fizer de tudo para que Ele reine no seu íntimo e nos outros (ou seja, para que Ele governe a sua vida conforme as leis estabelecidas por Ele), o Pai lhe dará aquilo de que você precisa a cada dia.
Se, no entanto, você se preocupar antes de tudo consigo mesmo, acabará cuidando principalmente das coisas deste mundo, tornando-se vítima delas. Você vai considerar os bens desta terra como o seu problema de fato, o objetivo de todos os seus esforços. E nascerá no seu íntimo a grave tentação de contar unicamente com as suas forças e de prescindir de Deus
“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo.”
Jesus inverte a situação. Se a sua preocupação primeira for Ele, viver por Ele, então o resto não será mais o problema principal da sua existência, mas um “acréscimo” ou “algo a mais”.
Será uma utopia?
Será uma frase irrealizável para você, homem moderno, que vive hoje no mundo industrializado, dominado pela concorrência, e que frequentemente passa por crises econômicas?
Gostaria de lembrar-lhe simplesmente que as dificuldades concretas de subsistência para o povo da Galileia não eram menores quando Jesus pronunciou essas palavras.
Não se trata de analisar se é ou não uma utopia. Jesus coloca você diante da orientação fundamental da vida: viver para si ou viver para Deus.
Mas vamos entender bem o significado desta frase: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo”.
Jesus não lhe recomenda o imobilismo, a passividade em relação às coisas terrenas, uma conduta irresponsável ou superficial no trabalho.
Jesus quer mudar a preocupação em ocupação, livrando-o da ansiedade, do medo, da inquietude.
De fato, Ele diz: “Buscai em primeiro lugar o Reino…”.


“Em primeiro lugar” significa “acima de tudo”. A busca do Reino de Deus é colocada em primeiro plano e não exclui que o cristão deva ocupar-se também das necessidades de sua vida.


“Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça” significa, ainda, ter uma conduta correspondente ao que Deus exige e que é manifestado por Jesus no Seu Evangelho.
Somente procurando o Reino de Deus o cristão experimentará a maravilhosa potência do Pai em seu favor.
Conto um episódio.
Aconteceu tempos atrás e, no entanto, parece de uma atualidade incrível. De fato, conheço muitos jovens que se comportam hoje com a mesma atitude da moça desta história.
Chamava-se Elvira. Cursava a Escola Normal. Era pobre, e só poderia prosseguir os estudos se conseguisse manter uma média alta.
Possuía uma fé sólida.
O seu professor de filosofia era ateu, de modo que não raramente apresentava as verdades sobre Cristo, sobre a Igreja, de maneira alterada, quando não deformada. O coração daquela jovem fervia de indignação. Não por ela, mas pelo seu amor a Deus, à Verdade e às suas companheiras. Embora consciente de que, contradizendo o professor, corria o risco de ter uma nota baixa, o que Elvira sentia dentro de si era mais forte do que ela mesma.
Levantava a mão todas as vezes, pedindo a palavra: “Não é verdade, professor!”. Talvez nem sempre ela possuísse os argumentos para rebater os comentários do professor, mas naquelas palavras “não é verdade” estava toda a sua fé, que é dom da Verdade e, por isso mesmo, faz pensar.
As colegas, que gostavam dela, tentavam convencê-la a ficar quieta, para não ser prejudicada. Mas não conseguiam.
Passaram alguns meses. Chegou a hora da distribuição dos boletins com as notas. A jovem recebeu o seu boletim apreensiva. Depois, teve um sobressalto de alegria. Dez! A nota máxima.
Elvira tinha procurado acima de tudo fazer com que Deus e a Sua Verdade reinassem e o resto veio por acréscimo.
Se também você procurar o Reino do Pai, haverá de experimentar que Deus é Providência com relação a todas as necessidades da sua vida. E descobrirá como são normais todas as coisas extraordinárias do Evangelho.

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo”.

Texto de: Chiara Lubich, Maio de 1979Gráfica de Anna Lollo em colaboração com padre Placido D’Omina (Sicília - Itália)“Palavra de Vida”, publicação mensal do Movimento dos Focolares.

sábado, setembro 05, 2009

Beata Teresa de Calcutá (05 de Setembro)

"Pertenço inteiramente ao Coração de Jesus"

No domingo, dia 19 de outubro de 2003, em que se celebrou a Jornada Missionária Mundial, João Paulo II celebrou a Eucaristia na Praça de São Pedro às 10h e beatificou à Madre Teresa do Calcutá, que faleceu em 5 de setembro de 1997.
O Departamento das Celebrações Litúrgicas do Supremo Pontífice preparou a biografia da beata que reproduzimos a seguir:
"De sangue sou albanesa. De cidadania, Indiana. No referente à fé, sou uma freira Católica. Por minha vocação, pertenço ao mundo. No que se refere a meu coração, pertenço totalmente ao Coração de Jesus". De pequena estatura, firme como uma rocha em sua fé, a Madre Teresa de Calcutá foi confiada à missão de proclamar a sede de amor de Deus pela humanidade, especialmente pelos mais pobres entre os pobres. "Deus ama ainda ao mundo e envia a ti e a mim para que sejamos seu amor e sua compaixão pelos pobres". Foi uma alma cheia da luz de Cristo, inflamada de amor por Ele e ardendo com um único desejo: "saciar sua sede de amor e de almas".
Esta mensageira luminosa do amor de Deus nasceu em 26 de agosto de 1910 em Skopje, uma cidade situada no eixo da história dos Bálcãs. Era a mais nova dos filhos de Nikola e Drane Bojaxhiu. Recebeu no batismo o nome da Gonxha Agnes, fez sua Primeira Comunhão à idade de cinco anos e meio e recebeu a Confirmação em novembro de 1916. Desde o dia de sua Primeira Comunhão, levava em seu interior o amor pelas almas. A repentina morte de seu pai, quando Gonxha tinha oito anos de idade, deixou a família em uma grande dificuldade financeira. Drane criou seus filhos com firmeza e amor, atuando grandemente no caráter e a vocação de sua filha. Em sua formação religiosa, Gonxha foi assistida pela vibrante Paróquia Jesuíta do Sagrado Coração, em que ela estava muito integrada.
Quando tinha dezoito anos, animada pelo desejo de tornar-se missionária, Gonxha deixou sua casa em setembro de 1928 para ingressar no Instituto da Bem-aventurada Virgem Maria, conhecido como Irmãs do Loreto, na Irlanda. Ali recebeu o nome de Irmã Maria Teresa (pela Santa Teresa do Lisieux). No mês de dezembro iniciou sua viagem para a Índia, chegando a Calcutá em 6 de janeiro de 1929. depois de professar seus primeiros votos em maio de 1931, a Irmã Teresa foi destinada à comunidade do Loreto Entally em Calcutá, onde ensinou na Escola para meninas St. Mary. Em 24 de maio de 1937, a Irmã Teresa fez sua profissão perpétua convertendo-se então, como ela mesma disse, em "esposa de Jesus para toda a eternidade". Desde esse momento foi chamada de MadreTeresa. Continuou a ensinar no St. Mary tornando-se em diretora do centro em 1944. Ao ser uma pessoa de profunda oração e de enraizado amor por suas irmãs religiosas e por seus estudantes, os vinte anos em que Madre Teresa passou no Loreto estiveram impregnados de profunda alegria.
Caracterizada por sua caridade, altruísmo e coragem, por sua capacidade para o trabalho duro e por um talento natural de organizadora, viveu sua consagração ao Jesus entre suas companheiras com fidelidade e alegria.
Em 10 de setembro de 1946, durante uma viagem de Calcutá a Darjeeling para realizar seu retiro anual, Madre Teresa recebeu seu "inspiração", seu "chamado dentro do chamado". Nesse dia, de uma maneira que nunca explicaria, a sede de amor e de almas se apoderou de seu coração e o desejo de saciar a sede do Jesus se converteu na força motriz de toda sua vida. Durante as sucessivas semanas e meses, mediante locuções interiores e visões, Jesus lhe revelou o desejo de seu coração de encontrar "vítimas de amor" que "irradiassem às almas seu amor". "Vem e sejas minha luz", Jesus lhe suplicou. "Não posso ir sozinho". Revelou-lhe sua dor pelo esquecimento dos pobres, sua pena pela ignorância que tinham e o desejo de ser amado por eles. Pediu à Madre Teresa que fundasse uma congregação religiosa, Missionárias da Caridade, dedicadas ao serviço dos mais pobres entre os pobres. Passaram quase dois anos de provas e discernimento antes de que Madre Teresa recebesse a permissão para começar. Em 17 de agosto de 1948 se vestiu pela primeira vez com o sari branco com borda azul e atravessou as portas de seu amado convento do Loreto para entrar no mundo dos pobres.
Depois de um breve curso com as Irmãs Médicas Missionárias em Patna, Madre Teresa voltou para Calcutá, onde encontrou alojamento temporário com as Irmanzinhas dos Pobres. Em 21 de dezembro vai pela primeira vez aos bairros pobres. Visitou as famílias, lavou as feridas de algumas crianãs, ocupou-se de um idoso doente que estava estendido na rua e cuidou de uma mulher que estava morrendo de fome e de tuberculose. Começava cada dia entrando em comunhão com o Jesus na Eucaristia e saía de casa, com o rosário na mão, para encontrar e servir a Jesus "nos não desejados, os não amados, aqueles dos quais ninguém se ocupava". depois de alguns meses começaram a unir-se a ela, uma a uma, suas antigas alunas.
Em 7 de outubro de 1950 foi estabelecida oficialmente na Arquidiocese de Calcutá a nova congregação das Missionárias da Caridade. Ao início dos anos sessenta, Madre Teresa começou a enviar a suas Irmãs a outras partes da Índia. O Decreto de Louvor, concedido pelo Papa Paulo VI a Congregação em fevereiro de 1965, animou a Madre Teresa a abrir uma casa na Venezuela. Esta foi seguida rapidamente pelas fundações de Roma, Tanzânia e, sucessivamente, em todos os continentes. Começando em 1980 e continuando durante a década de noventa, Madre Teresa abriu casas em quase todos os países comunistas, incluindo a antiga União Soviética, Albânia e Cuba.
Para responder melhor às necessidades físicas e espirituais dos pobres, Madre Teresa fundou os Irmãos Missionários da Caridade em 1963, em 1976 o ramo comtemplativo das Irmãs, em 1979 os Irmãos Comtemplativos e em 1984 os Padres Missionários da Caridade. Entretanto, sua inspiração não se limitou somente a aqueles que sentiam a vocação à vida religiosa. Criou os Colaboradores de Madre Teresa e os Colaboradores Doentes e Sofredores, pessoas de distintas crenças e nacionalidades com os quais compartilhou seu espírito de oração, simplicidade, sacrifício e seu apostolado apoiado em humildes obra de amor. Este espírito inspirou posteriormente aos Missionários da Caridade Leigos. Em resposta às petições de muitos sacerdotes, Madre Teresa iniciou também em 1981 o Movimento Sacerdotal Corpus Christi como um "pequeno caminho de santidade" para aqueles sacerdotes que desejassem compartilhar seu carisma e espírito.
Durante estes anos de rápido desenvolvimento, o mundo começou a fixar-se em Madre Teresa e na obra que ela tinha iniciado. Numerosos prêmios, começando pelo Prêmio Índio Padmashri em 1962 e de modo muito mais notório o Prêmio Nobel da Paz em 1979, fizeram honra a sua obra. Ao mesmo tempo, os meios de comunicação começaram a seguir suas atividades com um interesse cada vez maior.
Ela recebeu, tanto os prêmios como a crescente atenção "para glória de Deus e em nome dos pobres". Toda a vida e o trabalho de Madre Teresa foi um testemunho da alegria de amar, da grandeza e da dignidade de cada pessoa humana, do valor das coisas pequenas feitas com fidelidade e amor, e do valor incomparável da amizade com Deus. Mas, existia outro lado heróico desta mulher que veio à luz só depois de sua morte. Oculta a todas os olhares, oculta inclusive aos mais próximos a ela, sua vida interior esteve marcada pela experiência de um profundo, doloroso e constante sentimento de separação de Deus, inclusive de sentir-se rejeitada por Ele, unido a um desejo cada vez maior de seu amor. Ela mesma chamou "escuridão" a sua experiência interior. A"dolorosa noite" de sua alma, que começou mais ou menos quando deu início a seu trabalho com os pobres e continuou até o final de sua vida, conduziu Madre Teresa a união com Deus cada vez mais profunda. Através da escuridão, ela participou da sede de Jesus (o doloroso e ardente desejo de amor de Jesus) e compartilhou a desolação interior dos pobres.
Durante os últimos anos de sua vida, apesar dos problemas de saúde cada vez mais graves, Madre Teresa continuou dirigindo seu Instituto e respondendo às necessidades dos pobres e da Igreja. Em 1997 as Irmãs de Madre Teresa contavam quase com 4.000 membros e se estabeleceram em 610 fundações em 123 países do mundo. Em março de 1997, Madre Teresa abençoou a sua recém eleita sucessora como Superiora Geral das Missionárias da Caridade, levando a cabo sucessivamente uma nova viagem ao estrangeiro. Depois de encontrar-se pela última vez com o Papa João Paulo II, voltou para Calcutá onde transcorreu as últimas semanas de sua vida recebendo às pessoas que iam a visitá-la e instruindo a suas Irmãs. Em 5 de setembro, a vida terrena de Madre Teresa chegou a seu fim. O Governo da Índia lhe concedeu a honra de celebrar um funeral de estado e seu corpo foi enterrado na Casa Mãe das Missionárias da Caridade. Sua tumba se converteu rapidamente em um lugar de peregrinação e oração para gente de fé e de extração social diversa (ricos e pobres indistintamente). Madre Teresa nos deixou o exemplo de uma fé sólida, de uma esperança invencível e de uma caridade extraordinária. Sua resposta ao chamado de Jesus, "Vem e sê minha luz" fez dela uma Missionária da Caridade, uma "mãe para os pobres", um símbolo de compaixão para o mundo e uma testemunha vivente da sede de amor de Deus.
Menos de dois anos depois de sua morte, por causa da estendida fama de santidade de Madre Teresa e dos favores que lhe atribuíam, o Papa João Paulo II permitiu a abertura de sua Causa de Canonização.

Em 20 de dezembro de 2002 o próprio Papa aprovou os decretos sobre o heroísmo das virtudes e sobre o milagre obtido por intercessão de Madre Teresa.
Sem. Agnaldo Bueno

quarta-feira, setembro 02, 2009



Intenções de Sua Santidade para o mês de SETEMBRO DE 2009



Intenção Geral: A fim de que a Palavra de Deus seja mais conhecida, acolhida e vivida como fonte de liberdade e de alegria.



Intenção Missionária: A fim de que os cristãos em Laos, no Camboja e em Mianmar, que encontram muitas vezes grandes dificuldades, não se desencorajem no anúncio do Evangelho a seus irmãos, confiando na força do Espírito Santo.

LADAINHA DE CRISTO SACERDOTE E VÍTIMA


Senhor, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, ouvi-nos. Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos. Cristo, atendei-nos.
Deus, Pai dos céus. Tende piedade de nós.
Deus, Filho redentor do mundo.
Deus, Espírito Santo.
Jesus, Sacerdote e Vítima. Tende piedade de nós.
Jesus, Sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedec.
Jesus, Sacerdote que Deus enviou para evangelizar os pobres.
Jesus, Sacerdote que na última ceia instituístes a forma do sacrifício perene.
Jesus, Sacerdote que sempre viveis para interceder por nós.
Jesus, Pontífice que o Pai ungiu com o Espírito Santo e com poder.
Jesus, Pontífice tomado dentre os homens.
Jesus, Pontífice constituído em favor dos homens.
Jesus, Pontífice da nossa fé.
Jesus, Pontífice mais glorioso que Moisés.
Jesus, Pontífice do verdadeiro santuário.
Jesus, Pontífice dos bens futuros.
Jesus, Pontífice santo, inocente e puro.
Jesus, Pontífice fiel e misericordioso.
Jesus, Pontífice inflamado pelo zelo de Deus e das almas.
Jesus, Pontífice eternamente perfeito.
Jesus, Pontífice que por vosso sangue penetrastes no céu.
Jesus, Pontífice que iniciastes um novo caminho para nós.
Jesus, Pontífice que nos amastes e nos lavastes dos nossos pecados com o vosso sangue.
Jesus, Pontífice que vos entregastes a Deus como oblação e vítima.
Jesus, Vítima de Deus e dos homens,
Jesus, Vítima santa e imaculada.
Jesus, Vítima imolada.
Jesus, Vítima pacífica.
Jesus, Vítima de propiciação e de louvor.
Jesus, Vítima de reconciliação e paz.
Jesus, Vítima pela qual temos confiança e acesso a Deus.
Jesus, Vítima que viveis pelos séculos dos séculos.
Mostrai-vos propício. Perdoai-nos, Jesus.
Mostrai-vos propício. Escutai-nos, Jesus.
Da passagem temerária às sagradas ordens. Livrai-nos, Jesus.
Do pecado do sacrilégio.
De toda ganância desonesta.
Do espírito de incontinência.
De toda mancha de simonia.
Da administração ilícita dos bens da Igreja,
Do amor do mundo e das suas vaidades.
Da celebração indigna dos vossos mistérios.
Pelo vosso eterno sacerdócio.
Pela santa unção com que Deus Pai vos constituiu sacerdote.
Pelo vosso espírito sacerdotal.
Pelo ministério com o qual glorificastes vosso Pai sobre a terra.
Pela vossa cruenta imolação, feita uma vez por todas, na cruz.
Pelo sacrifício renovado que exercitais de modo invisível nos vossos sacerdotes.
Para que conserveis em santidade e fidelidade a ordem sacerdotal.
Para que outorgueis se vosso povo sacerdotes segundo o vosso coração.
Para que os enchais com o espírito do vosso sacerdócio.
Para que os lábios dos sacerdotes sejam fontes de sabedoria.
Para que envieis trabalhadores fiéis à vossa messe.
Para que multipliqueis os dispensadores dos vossos mistérios.
Para que lhes concedais perseverar no cumprimento da vossa vontade.
Para que lhes concedais mansidão no ministério, prudência na ação e constância na oração.
Para que promovais por eles a devoção ao Santíssimo Sacramento em todos os lugares.
Para que recebais no vosso gozo os que vos serviram bem.
Cordeiro de Deus; que tirais o pecado do mundo. Perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo. Ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo. Tende piedade de nós.
Jesus, sacerdote. Escutai-nos.
Jesus, sacerdote. Ouvi-nos.
OREMOS: Deus, santificador e protetor da vossa Igreja, suscitai nela, por meio do vosso Espírito, dispensadores idôneos e fiéis dos vossos santos mistérios, para que, pelo seu exemplo e ministério, o povo cristão encaminhe-se baixo a vossa proteção pelos caminhos da salvação.

Por Cristo nosso Senhor. Amém.

Sem. Agnaldo Bueno

segunda-feira, agosto 31, 2009


À Maria, Mãe do Sacerdote

Reunidos diante de vós, ó Maria, Virgem Imaculada, com alegria vos proclamamos“Mãe do Sacerdote “e invocamos vosso auxílio.

Vós sois a Mãe de Cristo, único e eterno Sacerdote, fonte e plenitude do Sacerdócio para todo o povo de Deus. A vossa divina maternidadechamou-vos perto da cruz, para unir-vos, de forma singular, à oferta imaculada que Cristo vosso Filho fez ao Pai.

Naquela hora suprema Jesus vos confiou, no discípulo João, em particular os ministros sagrados. Por isso, invocando-vos como Mãe do Sacerdote, vos pedimos acolher no vosso coraçãoos ministros da Igreja e dar toda proteção. Mostrai-vos mãe a todos os padres: confirmai no amor os fervorosos, consolai os atribulados, dai novo fervor aos cansados, ficai perto daqueles que têm o coração ferido, para que todos permaneçamjunto ao Coração Sacerdotal do vosso Filho ou voltem para ele.

Acompanhai os que deixam o ministério, para que continuem a crer no seu amor.

Guardai perto de vós aqueles que Jesus sacerdote chamou e irá chamar para fazer parte deste pequeno rebanho: formai-os nas características virtudes sacerdotais, para que - a exemplo de João -possam viver em comunhão profunda com Jesus e convosco.
Intercedei, enfim, ó Mãe de misericórdia, para que todos os padres, sustentados até o fim pela vossa ajuda, cantem eternamente convosco o hino de louvor na Liturgia do céu. Amém.

quinta-feira, agosto 27, 2009

O SACERDOTE

A ordem: é um sacramento que não parece dizer nada a nenhum de vocês, mas diz respeito a todos.
É o sacerdote quem continua a obra da Ressurreição na terra.
Quando vocês vêem o sacerdote, pensem em Nosso Senhor Jesus Cristo.
O sacerdote não é sacerdote para si mesmo, mas por vocês.
Tentem se confessar com a Santa Virgem ou com um anjo.
Eles os absolverão? Darão o corpo e o sangue de Nosso Senhor a vocês? Não, a Santa Virgem não pode trazer seu divino Filho na hóstia. Ainda que vocês tivessem duzentos anjos a sua disposição, eles não poderiam absolvê-los. Um sacerdote, por mais simples que seja, pode fazer isso. Ele pode lhes dizer: vão em paz, eu os perdôo.
Oh, o sacerdote é algo realmente grande!
Um bom pastor, um pastor de acordo com o coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus pode conceder a uma paróquia, e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina.
O Sacerdócio é o amor do coração de Jesus.
Deixem uma paróquia vinte anos sem sacerdote: ali os animais serão adorados.

Sem Agnaldo Bueno / http://www.cot.org.br

terça-feira, agosto 25, 2009

O AMOR, O MAIOR DOM DE DEUS!


Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa,ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizare conheça todos dos mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé ao pontode transportar montes, se não tiver amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entregue o meu próprio corpopara ser queimado,se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
O amor é paciente, é benigno; O amor não arde em ciúme, não se ufana, não se ensoberbece; não se conduz inconvenientemente,não procura os seus interesses, não se exasperanão se recente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta"...
(1 Co 13,1-7)

terça-feira, agosto 18, 2009

É desejo explícito do Santo Padre que du­rante este Ano Sacerdotal, através da Pastoral Presbite­ral, nossos sacerdotes sejam ajudados a aprofundar ainda mais a compreensão da importância de seu papel e de sua missão na Igreja e na Sociedade contemporânea. Para tanto é de capital importância que sejam todos eles incentiva­dos a buscar com ardor e intensidade aprofundar sua experiência pessoal de encontro com o Senhor Jesus, numa busca incansável da santidade de vida.
Os padres não são “anjos”, não são santos canonizados, mas tem que ser, necessariamente, em função de sua consagração, homens que busquem diariamente uma cres­cente intimidade com o Senhor, intimidade que se reflita nas menores atitudes do cotidiano, como sinal orientador para os fiéis em sua busca de Deus. São homens chamados pelo Senhor e por Ele ungidos para encorajar, pelo seu testemunho de vida, o rebanho a eles confiado a trilhar com firmeza os caminhos do Evangelho.
No “carrefour” desta modernidade paganiza­da e seduzida pela cultura do prazer e da auto-suficiên­cia, os sacerdotes precisam sinalizar, com transparência e nitidez, toda a força da Doutrina de Jesus Cristo, pro­posta com solidez pelo Magistério da Igreja, especialmen­te pelo Magistério do Bispo de Roma, o Santo Padre o Papa.
A complexidade dos problemas humanos de hoje, o subjetivismo exarcebado, a idolatria de uma Ciência que pretende substituir Deus no coração e na vida das pessoas, estão exigindo uma postura sensata e firme no testemunho de vida e na pregação dos sacerdotes. Para tanto, duas fontes são colocadas pelo Senhor na vida dos sacerdotes: primeiramente a vivência do Mistério da Eucaristía, cele­brada com zelo e unção, assiduamente, mergulhando nela to­da a sua realidade humana, frágil, de homem pecador, mas que crê no amor de seu Senhor e Mestre e busca ouvir sua voz em todos os momentos de sua vida. Esta dimensão eucarística deve ser a marca identificadora de todo o seu pasto­reio, de todo o seu ser e agir sacerdotal.
A segunda fonte inspiradora para os sacerdotes, é justamente a “fidelidade” ao Senhor, através da fidelidade integral e obediencial ao Magistério da Igreja e aos ensinamentos e orientações do Bispo de Roma, o Santo Padre o Papa, hoje Bento XVI.
Na abordagem dos modernos problemas, na orientação das consciências, é de máxima importância que os sacerdotes expressem sua inteira concordância com a Doutrina Católica e sua adesão aos princípios da verdade revelada. Nada mais trágico em termos de caminho e vida para a Igreja e o Povo de Deus do que o triste espetáculo de sacerdotes que se posicionam publicamente em confronto com as diretrizes do Santo Padre ou com os princípios da Sã Doutrina.
Eis porque, durante este Ano Sacerdotal toda a nossa Co­munidade Católica é convidada a orar intensamente pelos nossos sacerdotes, bem como é convidada, a se informar a­través dos textos e documentos da Igreja a respeito da natureza e dimensões espirituais do ministério sacerdo­tal católico.
Que a Santíssima Virgem Maria, Mãe dos sacerdotes nos encoraje neste itinerário para que não faltem ao Povo de Deus santos e ungidos pastores, que estarão na origem de santas e autênticas vocações sacerdotais.


+ D. Fr. Alano Maria Pena OP - Arcebispo Metropolitano de Niterói

Sem. Agnaldo Bueno / http://www.presbiteros.com.br/
Carta aos Diáconos do Mundo Todo
(quinta-feira, 13 de Agosto de 2009)

Caríssimos Diáconos permanentes,
Sempre mais a Igreja descobre a inestimável riqueza do diaconato permanente. Quando os Bispos vem à Congregação para o Clero, por ocasião das visitas “ad limina”, o tema do diaconato, entre outros, costuma ser comentado e os Bispos geralmente se mostram muito contentes e cheios de esperança em relação a vós, Diáconos permanentes. Isso nos enche de alegria a todos nós.
A Igreja vos agradece e reconhece vossa dedicação e vosso qualificado trabalho ministerial. Ao mesmo tempo, quer encorajar-vos na estrada da santificação pessoal, da vida de oração e da espiritualidade diaconal. A vós pode igualmente aplicar-se o que o Papa disse aos Sacerdotes, para o Ano Sacerdotal, a saber: è necessário “favorecer aquela tensão dos Sacerdotes rumo à perfeição espiritual, da qual sobretudo depende a eficácia do seu ministério” (disc. de 16.3.09).
Hoje, na festa de são Lourenço, diácono e mártir, convido-vos para duas reflexões. Uma sobre vosso ministério da Palavra e outra sobre vosso ministério da Caridade.
Recordamos ainda com gratidão o Sínodo sobre a Palavra de Deus, celebrado em outubro do ano passado. Nós, ministros ordenados, recebemos do Senhor, mediante a Igreja, o encargo de pregar a Palavra de Deus até os confins da terra, anunciando a pessoa de Jesus Cristo, morto e ressuscitado, sua palavra e seu Reino, a toda criatura. Essa Palavra, como afirma a Mensagem final do Sínodo, tem uma Sua voz, a Revelação, um Seu rosto, Jesus Cristo, e um Seu caminho, a Missão. Conhecer a Revelação, aderir incondicionalmente a Jesus Cristo, como discípulo fascinado e enamorado, partir de Jesus Cristo e com Ele para a Missão, eis o que se espera, decididamente e num modo totalmente sem reservas, de um Diácono permanente. Do bom discípulo nasce o bom missionário.
O ministério da Palavra, que, especialmente para os Diáconos, possui em santo Estêvão, diácono e mártir, um grande modelo, exige dos ministros ordenados um esforço constante para estudar a Palavra e fazê-la sua, ao mesmo tempo em que a proclamam aos outros. A meditação, em forma de “lectio divina”, ou seja, de leitura orante, é um método hoje sempre mais utilizado e aconselhado para comprender, fazer sua e viver a Palavra de Deus.
Ao mesmo tempo, a formação intelectual, teológica e pastoral apresenta-se como desafio para toda a vida. Um qualificado e atualizado ministério da Palavra depende muito dessa formação aprofundada.
Estamos esperando também, para um próximo futuro, o documento do Santo Padre sobre as conclusões do citado Sínodo. Deverá ser acolhido com abertura de coração e com um sucessivo empenho de aprofundamento.
A segunda reflexão diz respeito ao ministério da Caridade, que pode ver em são Lourenço, diácono e mártir, um grande modelo. O diaconato tem suas raízes na organização eclesial da caridade, na Igreja primitiva. Em Roma, no séc. III, período de grandes perseguições aos cristãos, aparece a figura extraordinária de são Lourenço, arquidiácono do Papa são Sixto II, que lhe confiou a administração dos bens da comunidade.
De são Lourenço afirmou nosso amado Papa Bento XVI: “A solicitude pelos pobres, o generoso serviço prestado à Igreja de Roma no setor da assistência e da caridade, a fidelidade ao Papa, levada ao ponto de querer segui-lo na prova suprema do martírio, e o heróico testemunho do sangue, prestado poucos dias depois, são fatos universalmente conhecidos” (homilia na basílica de são Lourenço, 30.11.08).
De são Lourenço é também conhecida a afirmação: “A riqueza da Igreja são os pobres”. A estes ele assistia com grande generosidade. Eis um exemplo ainda atual para os Diáconos permanentes. Devemos amar os pobres de maneira preferencial, como o fez Jesus Cristo. Ser solidários com eles. Procurar construir uma sociedade justa, fraterna e pacífica.
A recente carta encíclica de Bento XVI, “Caritas in Veritate” (A caridade na verdade), seja nosso guia atualizado. Nesta encíclica o Santo Padre afirma como princípio fundamental: “A caridade é a via mestra da doutrina social da Igreja” (n. 2). Os Diáconos, com efeito, identificam-se especialmente com a caridade. Os pobres constituem um de seus ambientes cotidianos e objeto de sua incansável solicitude. Não se comprenderia um Diácono que não se envolvesse pessoalmente na caridade e na solidariedade para com os pobres, que hoje de novo se multiplicam.
Caríssimos Diáconos permanentes, Deus vos abençoe com todo o seu amor e vos faça felizes na vocação e na missão. Às esposas e aos filhos daqueles que, dentre vós, são casados, saúdo com respeito e admiração. A eles a Igreja agradece o apoio e a multiforme colaboração que prestam aos seus esposos e, respectivamente, pais no ministério diaconal.
Enfim, o Ano Sacerdotal nos convida a manifestar nosso apreço aos caríssimos Sacerdotes e a rezar com eles e por eles.
Vaticano, 10 de agosto de 2009 (festa de são Lourenço, diácono e mártir).
Cardeal Dom Cláudio HummesArcebispo Emérito de São PauloPrefeito da Congregação para o Clero